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9 Comentários

  • Luís Cardiga 27.02.2016

    Jorge curvo me perante o teu génio artístico toma cuidado contigo abraço.

  • Virgilio Ozelami05.02.2016

    Belas obras. Estilo único, faz junção do tradicional ao novo, da sutileza ao impactante, do simples ao complexo. Tarefa para poucos.

  • Branca Celeste03.06.2015

    Não poderia deixar de manifestar o meu apreço pela obra de Jorge. Um poeta nas cores e nas telas, nas emoções que nos transmite, na suavidade e beleza dos seus trabalhos. Obrigada

  • Fernanda Correia03.05.2015

    Todos nós duvidamos da beleza da vida em muitos momentos da nossa existência. O Jorge gosta da Vida e mostra-nos através da sua obra como ela é bonita. Imagino-o a " lutar" contra a tela com pinceladas enérgicas, transformando a solução num enigma mas quando termina o combate é um vencedor. Para o Jorge o preto não existe , fá-lo, quando necessário, usando as cores quentes do Huambo. Os seus trabalhos surpreendem-me sempre pois neles estão contidos, para além dos conhecimentos e valores, emoções, histórias e sentimentos que dão um brilho muito peculiar aos seus quadros.

  • Dali02.05.2015

    Parabéns caríssimo bandido. Que a arte do pincel, que tão bem dominas, revele em fim o artista pontificado por momentos de brilhantismo. Um abraço

  • Samuel Malaia01.05.2015

    Excelente s trabalhos os teus Jorge, gostei imenso da pintura e também do desenho - assim se cria vida num espaço por habitar , parabéns , um abraço.

  • Jorge Gambutas01.05.2015

    Há alguns Jorge´s que vieram a este Mundo, com um objectivo: dar cor, luz e alegria a todos os seres humanos...tudo o resto são apenas pormenores... Abraço e tudo de bom :)

  • Rosário Caetano01.05.2015

    Sempre imaginei um artista como alguém com um insistente desejo de permanecer no estético, como alguém cuja vida quotidiana, a intimidade da sua casa, o seu pensamento e a atitude refletissem uma espécie de continuidade natural com a arte. É assim que vejo o Jorge Sistelo. É assim que me lembro dele desde há muitos anos. O decorrer quotidiano da sua vida mistura-se com o estético. Sempre por perto as telas, os pincéis, o cheiro a tinta; sempre a presença das obras de arte; sempre uma atitude de procura estética. Lembro-me, há algum tempo atrás, de ele me ter dito que nunca sabia (ou melhor, que não era ele que sabia) quando estava concluída a obra que tinha em mãos. E eu diria que, provavelmente, também não saberá quando é que ela começou. Há um poema do Alexandre O´Neill, de que gosto muito, que pergunta: “Onde começa um poema? Quando começa um poema? No espaço quadrado da folha de papel? No momento em que pegas na caneta? Ou no espaço redondo em que te moves?”. O “espaço redondo” do Jorge é o da Arte, é aí que ele se move, na atitude básica de quem está a Ser porque está a Criar.

  • Gianni Nastasi01.05.2015

    Falar de um amigo, é ao mesmo tempo, sempre fácil e muito difícil. Ao abdicarmos do “fácil”, evitamos o discurso circunstancial ganhando assim espaço para o tratamento da parte mais complicada da questão, ou seja, a razão pela qual investimos parte do nosso tempo na contemplação das mais diversas expressões da alma criativa. Ao encontrarmos a obra do Jorge, rodeamo-nos do trabalho de um homem, que vos digo, é saído de outras eras! Sem complexos vanguardistas, prossegue pelo caminho que evidentemente teria de escolher. Os seus quadros, são estados de uma alma carregada de sonho e desejo, de uma dramática encenação, de um fascinante e vigoroso conflito entre espírito e a razão, de satisfação, de ironia e glória, de domínio do caos, e também “talvez”, de aquilo a que chama, a sua saudade. Saudade de tempos ainda não vividos e de personagens e objectos do seu fantástico imaginário que faz questão de retractar e recriar de modo sincero forte e admirável.